Transparência
Para onde vai o dinheiro de Bragança
Valores de janeiro a agosto de 2026 (ano em andamento).
De onde veio o dinheiro
Maiores fontes de arrecadação
- Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial UrbanaR$ 144,3 mi
- Cota-Parte do ICMSR$ 103,7 mi
- Transferências de Recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação - FUNDEBR$ 89,6 mi
- Cota-Parte do Fundo de Participação dos Municípios - FPMR$ 88,5 mi
- Impostos sobre ServiçosR$ 77,5 mi
- Cota-Parte do IPVAR$ 59,3 mi
- Transferências de Recursos do Sistema Único de Saúde - SUS - Repasses Fundo a Fundo - Bloco de Manutenção das Ações e Serviços Públicos de SaúdeR$ 39,7 mi
- Remuneração de Depósitos BancáriosR$ 34,4 mi
Geral de cada ano
| Ano | Arrecadou no ano | Gastou no ano |
|---|---|---|
| 2026 (até agosto) | R$ 820.091.283,68 | R$ 1.088.746.680,50 |
| 2025 | R$ 1.136.324.563,11 | R$ 986.602.955,64 |
Fonte: Portal da Transparência Municipal do TCE-SP, dados informados pela própria Prefeitura ao sistema Audesp. Atualizado em 05/10/2026. Valores empenhados líquidos (empenhos + reforços − anulações).
O que significam esses números
“Arrecadou” é a soma das receitas que a Prefeitura informou ao Tribunal de Contas do Estado de São Paulo: impostos, repasses do Estado e da União, fundos e demais entradas, já descontadas as deduções legais. Movimentações internas entre órgãos da própria Prefeitura ficam de fora para não contar o mesmo dinheiro duas vezes. “Gastou” é o valor empenhado: o dinheiro que a Prefeitura reservou para pagar despesas (empenhos e reforços, menos anulações); “pagos” é o que já saiu do caixa. Os dados chegam mês a mês, então o ano corrente aparece até o último mês enviado. A diferença entre os dois não é sobra nem rombo: contratos do ano inteiro costumam ser empenhados nos primeiros meses, e parte do gasto é paga no ano seguinte.